Voltar
Proposta de geração fotovoltaica distribuída sobre os telhados do município do Rio de Janeiro, com análise comparativa em relação às usinas hidrelétrica Foz de Chapecó (SC) e termelétrica Mauá (AM), ambas com produção mensal de 380 MWh. Avaliar a viabilidade técnica e econômica da geração fotovoltaica distribuída, a partir de dados de inclinação, orientação geográfica e área útil dos telhados, obtidos via técnica LIDAR pelo Laboratório de Fotogrametria e Sensoriamento Remoto da UERJ. Calcular a produção média horária mensal de energia com base na temperatura ambiente, radiação solar e eficiência dos painéis. Estimar o custo de instalação de uma usina fotovoltaica equivalente com base em valores de mercado. Realizar uma avaliação econômica de longo prazo, considerando um horizonte de 25 anos. A proposta demonstrou-se economicamente vantajosa em relação à geração termelétrica. Possibilita que famílias de baixa renda invistam em geração própria de energia ou aluguem seus telhados, promovendo inclusão produtiva e redução da dependência de programas sociais. Aponta para o retorno de um eventual subsídio governamental estadual via arrecadação de ICMS sobre a energia injetada na rede. Gera arrecadação de ISS para o município do Rio de Janeiro, proveniente dos serviços relacionados à instalação e manutenção dos sistemas fotovoltaicos.
0
0
Nenhum comentário ainda.
Atividade Técnico-científica Interna no Sistema de Ciência, Tecnologia, Ensino e Inovação da PR5/UERJ