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Cidades inteligentes delineadas para pessoas idosas: é possível?

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Debate sobre o impacto do envelhecimento populacional e o papel das cidades inteligentes na promoção da qualidade de vida e inclusão social da população idosa, considerando projeções demográficas e a necessidade de planejamento urbano acessível e inclusivo. Discutir como as cidades inteligentes podem ser adaptadas para atender às necessidades de uma população em envelhecimento, garantindo dignidade e inclusão. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), até 2050, o número de pessoas com mais de 60 anos chegará a 2 bilhões, representando um quinto da população mundial. Diante desse cenário, a proposta visa refletir sobre a importância de ações transversais que envolvem habitação, cuidados em saúde, mobilidade urbana, lazer, cultura e participação social, promovendo um envelhecimento ativo e respeitando a diversidade populacional do país. A roda de conversa promovida pela Coordenadoria de Extensão do Núcleo de Envelhecimento Humano da UERJ busca sensibilizar e ampliar o debate sobre a construção de cidades mais acessíveis e inclusivas para a população idosa. Espera-se que a iniciativa contribua para a formulação de políticas públicas eficazes, garantindo qualidade de vida e evitando a exclusão desses segmentos num cenário de crescimento acelerado do envelhecimento populacional.

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Código de Registro: RUERJ-2026-9SWD-0004

Atividade Técnico-científica Interna no Sistema de Ciência, Tecnologia, Ensino e Inovação da PR5/UERJ

Autor: Sandra Rabello de Frias
Linha de Pesquisa: Ciclos de Vida e Saúde
Unidade Acadêmica/Administrativa: HUPE - HOSPITAL UNIVERSITÁRIO PEDRO ERNESTO