Plano de atenção oncológico
O escopo do projeto contempla a formulação conjunta do Plano de Atenção Oncológica (PAO), que compreende as diretrizes para o planejamento e gestão do sistema de saúde para entes municipais com foco no paciente oncológico. A equipe do Laboratório de Engenharia e Gestão de Saúde (LEGOS/UERJ) desenvolveu em conjunto com a equipe da Fundação do Câncer um método de projeto englobando todas as etapas, desde seu planejamento até a elaboração do Plano de Atenção Oncológica. O planejamento do projeto, inclui: (i) identificação da estrutura da Secretaria de Saúde, bem como seus equipamentos, (ii) identificação de interlocutores e dados disponíveis, (iii) validação do cronograma detalhado para execução do projeto. A elaboração do Plano de Atenção Oncológica compreende as etapas de (i) identificação dos percursos dos pacientes oncológicos no SUS, identificando de forma agregada o perfil das unidades pelas quais os mesmos transitam, (ii) identificação do perfil epidemiológico e capacidades agregadas instaladas, (iii) diagnóstico da estrutura de gestão da oncologia do município, (iv) definição das diretrizes para o PAO e (v) elaboração do PAO.
Observatório legislativo
Objeto Observatório Legislativo voltado ao monitoramento da produção legislativa e à promoção de debates qualificados sobre propostas de lei em tramitação. Objetivo Acompanhar a atividade legislativa, informando a população sobre os projetos de lei apresentados e promovendo debates públicos com especialistas sobre os projetos mais relevantes. Resultados Ampliação do acesso à informação legislativa, engajamento da sociedade no debate sobre políticas públicas e fortalecimento da participação cidadã no processo democrático.
A experiência do serviço social da saúde da mulher do HUPE no enfrentamento à violência contra as mulheres
Objeto A experiência profissional no atendimento a mulheres em situação de Violência por Parceiro Íntimo (VPI) e nas formas de enfrentamento desse problema dentro dos serviços de saúde. Objetivo Compartilhar as ações do Serviço Social da Saúde da Mulher na assistência às vítimas de VPI e na capacitação da equipe multiprofissional, promovendo um atendimento qualificado e articulado com a rede de apoio. Resultados A ampliação e o aprofundamento do debate intra e extra-institucional sobre a violência contra as mulheres, fortalecendo a rede de enfrentamento e contribuindo para a formação de multiplicadores na temática.
Cineclube feijão com arroz: ampliando o olhar sobre alimentação a partir das lentes do cinema
Objeto O cinema é um instrumento pedagógico que oportuniza o aprendizado sobre um tema a partir de uma nova perspectiva. Objetivo Estimular o aprendizado coletivo, o debate e a reflexão sobre temas contemporâneos a partir de filmes que tenham o alimento como temática central. Resultados Foram realizadas exibições em diferentes espaços como: Morro da Formiga, cursos de graduação e pós-graduação/UERJ, feira agroecológica, hall de entrada e UNATI/UERJ e exibições online. Alguns filmes exibidos foram: Estômago, Ilha das Flores, Abe, Acarajé, Fome de Sucesso, O Veneno Está na Mesa. Foram discutidos temas como o comer como expressão social e cultural.
A assistência em saúde mental no ambulatório identidade – Transdiversidade UERJ
Objeto A população trans enfrenta desafios relacionados à saúde mental, física e social, incluindo barreiras de acesso aos serviços de saúde, discriminação e violência. Esses fatores resultam em altos índices de depressão, ansiedade e suicídio, além do aumento da automedicação e dos riscos associados. Objetivo Oferecer uma assistência integral e humanizada à população trans no Ambulatório Identidade, considerando a singularidade de cada sujeito e promovendo a saúde como uma tecnologia a serviço do cuidado. O foco está na humanização do atendimento, garantindo um espaço seguro para expressão, suporte e integração das necessidades dessa população no contexto da saúde pública. Resultados A apresentação e discussão dos desafios enfrentados pela população trans e das estratégias para oferecer um cuidado que não a reduz a um único aspecto de sua identidade. Espera-se fomentar a importância de políticas inclusivas e sensíveis às diversidades, promovendo um modelo de atendimento que valorize a complexidade das experiências dessa população e integre suas necessidades ao sistema de saúde de forma ampla e eficaz.
Gestão participativa: Um conceito, vários resultados
Objeto A Coordenadoria de Enfermagem do Hospital Universitário Pedro Ernesto adota a gestão participativa como modelo central de trabalho, aprimorando os processos assistenciais e administrativos, promovendo um ambiente colaborativo e engajado entre os profissionais de enfermagem. Objetivo Implementar a gestão participativa como estratégia para melhorar os processos de trabalho, incentivar a valorização profissional e fortalecer a comunicação e a cooperação dentro da equipe de enfermagem. Resultados Os resultados foram superiores ao esperado. Em apenas cinco meses, a institucionalização do Processo de Enfermagem foi concretizada, atendendo a uma exigência legal da profissão. Como reconhecimento, o hospital recebeu o selo bronze do Conselho de Enfermagem do Rio de Janeiro, o que proporcionou grande estímulo aos profissionais. A experiência demonstra que o diálogo e o compromisso são fundamentais para fortalecer a equipe e melhorar os processos institucionais.