Novo modelo de terapia por pressão negativa de baixo custo

ObjetoA terapia por pressão negativa tem se mostrado uma alternativa eficaz no tratamento de feridas complexas. No entanto, seu uso em larga escala é limitado pelo alto custo dos dispositivos comercialmente disponíveis. Essa limitação motivou o desenvolvimento de sistemas alternativos, de baixo custo, com desempenho equivalente ao dos dispositivos validados pela literatura médica. ObjetivoApresentar um protótipo de sistema de pressão negativa desenvolvido no Hospital Universitário Pedro Ernesto (HUPE/UERJ), com o intuito de substituir os modelos comerciais e reduzir os custos associados à utilização dessa tecnologia no tratamento de feridas complexas. ResultadosO equipamento foi construído com peças e insumos de baixo custo e está sendo avaliado em um projeto piloto com 18 participantes até o momento, cuja média de idade foi de 69,5 anos. O custo médio por troca de curativo com o modelo desenvolvido foi de R$ 57,34, enquanto com o dispositivo comercial (VAC) esse valor foi de R$ 1.069,65 — representando uma diferença de 1865%. Dessa forma, o custo do dispositivo comercial é aproximadamente 19 vezes maior que o da solução desenvolvida. Os resultados iniciais apontam para uma economia significativa nos custos hospitalares, com potencial impacto na ampliação do acesso ao tratamento de feridas complexas.

Sala híbrida: tecnologia de ponta a serviço da saúde

ObjetoImplementação e impacto da Sala Híbrida na Unidade de Cirurgia Endovascular do Hospital Universitário Pedro Ernesto da UERJ ObjetivosDescrever o conceito e funcionamento da Sala Híbrida como espaço cirúrgico avançado com integração de equipamentos de imagemDestacar sua aplicação em procedimentos minimamente invasivos nas áreas de cirurgia vascular neurocirurgia e cirurgia cardíacaApresentar os benefícios clínicos e logísticos proporcionados pela nova infraestrutura como diagnósticos rápidos e tratamentos eficazes ResultadosA construção da Unidade de Cirurgia Endovascular com Sala Híbrida financiada pela FAPERJ transformou a prática cirúrgica do HUPEHouve aumento expressivo no volume e na complexidade dos procedimentos com destaque para mais de 1000 cirurgias realizadas anualmenteO HUPE consolidou-se como centro de referência em cirurgias da aorta e intervenções vasculares complexas promovendo inovação e segurança no cuidado ao paciente

Projeto espuma da UERJ: O SUS que dá certo!

ObjetoA doença venosa crônica afeta grande parte da população brasileira e representa uma demanda significativa para o Sistema Único de Saúde (SUS), historicamente marcada por longas filas para tratamento. A cirurgia convencional de varizes requer recursos caros e escassos, como equipes especializadas, anestesia e centro cirúrgico, o que limita o acesso da população ao tratamento. ObjetivoApresentar o Projeto Espuma, uma iniciativa do Serviço de Cirurgia Vascular da UERJ que busca reduzir as filas de tratamento da doença venosa crônica por meio da escleroterapia com espuma ecoguiada — um método ambulatorial que otimiza recursos e amplia a assistência à população. ResultadosA implementação desse modelo inovador possibilitou a integração de consultas médicas e de enfermagem, exames de ecografia vascular e tratamento em um único local, reduzindo os gargalos da regulação e aumentando a escala de atendimento. O número de pacientes tratados anualmente passou de 50 para 2000, consolidando o sucesso do projeto e evidenciando a necessidade de sua expansão para outras regiões do município e do estado do Rio de Janeiro.





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